sábado, 9 de abril de 2011

Tua sombra

Eu não consigo acordar desse pesadelo.
Quero chorar sem que ninguém perceba.
Meu corpo está fraco e a vida parece ausente.
Estou sofrendo amargamente por dentro.
A tua sombra tenta me abraçar,eu não consigo mais senti-lo.
Os dias estão mais negros.
Eu não consigo acordar.
Tua ausência adoeceu a minha vida.
Quero morrer com esse veneno chamado dor.
Necessito de teu beijo suave.
Necessito só teu beijo suave.
Necessito de tua vida dentro de mim.
Seu corpo está frio.
Sei que você dorme no silencio tumular.
Mais eu não quero acreditar.
Eu não consigo acordar desse pesadelo.
Por que sua ausência é real...
É real a dor que sinto.


Debra Roses of blood.

Oh mada morte

Oh amada morte,leva-me adiante a teu abismo escuro.
Leva-me avante para o mais sombrio da escuridão eterna.
Me faz tua esposa oh minha amada morte.
Eu te idolatro oh amada de meu luto.
Eu te espero já desde a minha infância.
Tu me guia és minha força de viver a esperar.
Eu te amo oh minha morte eu sigo em teu caminho.
Sou uma alma pequena e fraca perante ti.
Oh leva-me avante.
Eu falhei muitas vezes oh minha querida morte,mas com amor eu imploro o teu perdão.
Quero morrer por teu amor.
Oh leva-me para teus braços.


Debra Roses of blood.

Choras minha alma.

Choras minha alma.
Choras intrigante dor.
Choras pela morte de teu espírito.
Choras pelo que não deves chorar.
Choras até tua sufocante morte.
Choras até castigar teus poucos sonhos.
Choras por que és fraca e tola.
Por que choro sem chorar.
Choro sem controlar esta dor prematura.
Choro pelo lento envelhecer de meus dias.
Choro por que perdi as forças.
Estou sorrindo agora,e o mundo acredita neste falso sorriso.
Por que ninguém ver este interior.
Converso com o céu nublado onde o luto é silencioso como eu me calo para a vida.
E percebo o quanto sou tola,por continuar vivendo.


Debra Roses of blood

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Minha alma

Minha alma chora a cada  vez que acordo.
Percebo a realidade de uma simples solidão.
São apenas tristes sentimentos,sentimentos calados que nunca foram soltos.
Sentimentos escondidos dentro de mim,dentro de meu vazio.
Um vazio obscuro no mais sombrio do oceano.
Tão sombrio quanto o entardecer do sol.
Sim...
Onde sinto minha alma queimar de desprezo.
Desprezo essa melancolia,mais já é um vício que não controlo.
Não controlo meus passos,não preencho esse vazio.
É apenas mais uma criatura perdida onde ninguém se importa.
Sou como o nada,vivo mais estou morta.
Sou uma lama solitária a procura de seu caminho de volta.
A caminho da ilusão.

Debra Lady.